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Então, navegue pelas lembranças e, depois, participe das discussões que estão rolando neste momento no novo Fórum do League of Legends e divirta-se com os outros membros da nossa Comunidade. Nos vemos lá!

Um abraço,
Ysanne

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League of Legends my fanfic

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SnolgerDestroyer

Member

10-02-2014

Estou apenas começando por enquanto é isso espero que gostem.

??League of Legends

Nas frias terras de Freljord a arqueira ashe afia sua flecha enquanto ouve sussuros estranhos que dizem:
-A verdadeira rainha á Freljord retornará, o mundo começou em gelo, e em gelo, terminará- repetindo-se varias vezes.
Ao longe ela escuta ecoando passos leves e rápidos entre as fileiras de estalactites que cada vez ficam mais rápidos e mais próximos. Ela com um profundo precentimento ruim arma seu arco e flecha e olha em sua volta a procura de qualquer rastro de vida estranho. Escutando o barulho ela o segue com os sussuros ainda ecoando em sua mente deixando-a ainda mais perturbada. Ela ouve um som metálico arrastando ao gelo de Freljord lentamente. Ela se prepara para atirar! Mas se alivia ao ver que o estranho barulho é apenas seu marido Tryndamere.
-Ah, desculpe, te assustei Ashe?
-Claro que não, eu não teria medo de um simples barulho!
-Eu te conheço, você está respirando forte, soando frio, -disse sarcasticamente- olhar preocupado e seu batimento cardíaco está mais acelerado do que o normal para quem não estava correndo.
-Você me conhece mesmo não é?
-Sim mas, por que você está assim?
Um som que cortava o vento enterrompeu o diálogo de Ashe e Tryndamere, era Anívia, a Criofênix.
-Desculpe enterromper sua conversa mas, os poros estão protestando denovo sobre a recontrução do Acampamento de Poros de Freljord (APF), depois da rajada de neve que o destruiu, e como só você tem voz de líder eu quero que você vá lá acalmar a situação.
-É claro! -ele se virou para Ashe e disse- nos falamos depois, ok?
Ela balançou a cabeça no sentido de sim e Tryndamere saiu correndo em busca de acalmar o protesto da recontução da APF.
Ashe já cansada deitou em seu depósito de flechas e dormiu, mas algum tempo depois ela ouviu um barulho. Ela tentou sair do lugar mas, seu pés estava congelados e o gelo subia em seu corpo, enquanto isso ela ouvia uma risada assustadora estrondando pelas cavernas de Freljord, sua cabeça estava quase congelando quando...
-Ah! -ela olhou em volta e disse- isso foi apenas um sonho, bem é melhor eu me preparar, posso ser invocada para algum tutorial a qualquer momento.
Nas profundezas do vazio Lissandra, a Bruxa Gélida conversa com Malzahar.
-Já fiz o melhor que eu pude Lissandra, sinto medo correndo pelas veias de Ashe.
-Ótimo, é bom estar mesmo.
-Você não tem medo de perder uma batalha ao querer retornar ao trono de Frejord?
-Quando os Observadores retornarem, Freljord e qualquer outro reino estará em minhas mãos!
Enquanto isso o Olho do Vazio, Vel'Koz passa entre eles falando:
-Consumir e aprender: este é o meu propósito, matar e comer, matar e comer, preciso juntar toda a informação disponível possível...
-Gostei dele, pode ser bem útil... - diz Lissandra
-Vocês se combinam... são feios mesmo...
Lissandra e Vel'Koz lançam olhares desafiadores e furiosos (no caso do Vel'Koz só olhar mesmo). Malzahar cria uma Zona Nula e mergulha nela sumindo em algum lugar.
Lissandra continua andando pelas profundezas do Vazio para descobrir o que mais ele pode apresentar.
Ela ouvia ruídos e mais ruídos, mas ao contrário de Ashe, ela não tinha medo de qualquer barulho. Havia plantas mortas mas vivas ao mesmo tempo, havia luzes negras apesar de não haver nada que podesse cria-lás, era um lugar perplexo e fascinante para Lissandra e provavelmente para mais gente também.
Ela sabia que podia usar as criaturas desde lugar desconhecido, a vitória corria em suas veias a cada batida fria que seu coração disparava, estava certa que promoveria a maior guerra da história dos campos de batalhas, ela sabia que iria vencer qualquer coisa ou qualquer um que tentasse a impedir, e tinha certeza que as criaturas do Vazio estariam sob seu controle.
Enquanto Lissandra deslumbrava as curiosidades do Vazio ela ouviu um movimento singular entre as poucas plantas que restavam no lugar. Ouviu outro barulho e se abaixou, logo depois viu espinhos voando em sua direção e uma estranha criatura pulando sobre ela.
Ela congelou tudo que estava ao seu redor, prendendo os pés da criatura que havia persiguido-a. Ele tentou agarra-lá com sua garras, mas não pôde se mover, ela perguntou o nome da criatura e ele o respondeu dizendo ser: Kha'Zix, o Ceifador do Vazio.
Ela perguntou a Kha'Zik o porque do motivo que ele tentou mata-lá.
-Não posso deixar uma presa tão fácil escapar, posso?
-Claro que não, mas o que você vê em mim, que me faz parecer uma fácil?
-Criaturas do Vazio não pensam, o que for comida, serve. Aliás, o que você faz aqui?
-Vim me consultar com Malzahar e pedir-lhe um favor. Eu quero acabar com quem hoje, está protegendo Freljord, e denovo, me tornar rainha de lá. Contando também que preciso de um exército ao alcançe do meu comando.
-Então você veio aqui apenas para procurar criaturas para seu exército. Desista, aqui ninguém serve à ninguém.
-Você não teria vontade de se juntar ao meu exército?
-Em troca de?
-Poder! Governação de uma nação.
-Você daria IP?
-Faz tempo que não fui convocada para uma batalha.
-Ashe é convocada para muit...
-SILÊNCIO! Não ouse a falar o nome desta pobre infeliz.
-Esta pobre infeliz que pode ser a rainha de Freljord...
-Calado! Se é IP o que você quer eu dou... Mas você terá que convencer os outros a participarem também.
-Eu ainda custo 6300 então pode passar.
-Aqui e agora não.
-Faz um favor. Você poderia descongelar meus pés? Caso contrário eu como sua cabeça.
Depois disso Lissandra desejou que nunca queria retornar ao Vazio, ser subornada por IP, mas ela sabia que isto seria necessário e com Caminho Glacial, ela saiu daquele lugar, no qual nunca deveria ter ponho os pés.
Na calmaria de Ionia Karma e Irelia meditavam enquanto os outros treinavam.
-Um belo dia para meditar não é Irelia?
-Claro, em Ionia sempre está um belo dia pra tudo.
-Tão calmo, silencioso e...
-Por favor... Me ajude!
Ahri chega se arrastando pelo chão machucada e queimada.
-Ela está de volta... voltou a atacar.
-Quem Ahri? -disse Karma.
-Syndra..- disse Ahri com a voz falha e tossindo.
-O que você estava fazendo? -disse Irelia.
-Passeando pela floresta, quando de repente uma esfera negra voou em minha direção, me deixando totalmente imóvel, depois disso várias apareceram e quando eu consegui me livrar das esferas, consegui usar meu Ímpeto Espiritual para escapar.
-Há muito tempo Syndra não aparece pelas proximidades... Você não sabe o que ela estava fazendo? -disse Karma
-Não... Pareceu uma... Emboscada.
-Mas não há como ela saber que você estaria lá.
-A não ser que alguém tenha dito, alguém que nos conhece e que possa está trabalhando para Syndra. -disse Irelia
-Isso não poderia ser possível. -disse Karma.
-Pode sim, quando você menos espera... Ahri venha comigo, eu vou te levar à Sona para você fazer a Terapia Curativa e Meditativa Sonora... Alguma coisa muito errada está acontecendo.
Nas partes "sombrias" de Ionia Syndra ria estrondosamente.
-Porque está tão alegre Syndra? -disse Zed
-A idiota aceitou minha oferta..
-Quer dizer que ela realmente está te passando informação em troca daquilo? -disse disse Zed apontando para uma caverna escura.
-Sim... Ionia está em minhas mãos. E depois da guerra eu poderei fazer o que eu quiser.
-Que guerra?
-Lissandra está promovendo uma guerra pelo trono de Freljord e blá, blá, blá.
-E porque você participaria?
-Eu quero me divertir, e além do mais, quero mostrar para todos que o tempo que eu fiquei escondida serviu para aprimorar minhas habilidades, e que as minhas queridas esferas negras vão acabar com qualquer um que estiver no meu caminho. E Zed... Estou intediada... Vocé poderia fazer a sessão de tortura pra mim, por favor? Aliás, faça! Eu sou Syndra não preciso pedir por favor.
Zed enviou sua sombra para dentro da caverna escura e gritos agonizantes de dor ecoaram de dentro dela.
Syndra riu e disse:
Este será um longo dia.
Em Demacia Garen falava com Lux.
-Lux, eu vou passear por Demacia... Vigie aqui, por favor.
Enquanto Garen passeava ele se recordava da garota que ele conhecera a alguns anos atrás. Ela corria apressadamente, era como se o ar estivesse ao seu favor. Tinha cabelos loiros, rosto tão delicado. Ele não entendia porque a pressa dela, então a chamou.
-Ei! O que você está fazendo aqui? Explique-se!
Ela não respondeu, e isto levou Garen a correr atrás dela. Ele esbarrou com ela, e isto, o fez cair e ficar de cara a cara por cima da garota.
-Saia de cima de mim... AGORAAA!
-Oh desculpe, ah... Qual é seu nome?
-Não precisa saber.
Ela estava a sair quando Garen segurou o braço dela e trouxe-a até ele.
-O meu é Garen... E você?
Ela engoliu em seco e disse:
-Janna.
-Que nome lindo.
-A brisa não é tão suave quanto você pensa.
Ela saiu dos braços de Garen novamente, e novamente Garen puxou-a de volta.
-Para...
-Não fale nada.
Garen beijou-a e uma explosão de ar aconteceu.
-Você não devia...
-Não há problema... Há?
-Não... É que pode ser perigoso.
-Não seja boba... Venha vou te mostrar um lugar.
Ele a levou a um lugar onde a noite chegava cedo, você via as estrelas brilharem, e a grama resplandecia. Ela deitou na grama e Garen saiu para pegar um pouco de madeira para fazer uma fogueira. Ele estava louco por ela e não podia perde-la.Ele pegou a lenha e quando voltou uma espada estava cravada no coração de Janna.
Garen ouviu uma risada e alguém dizendo:
-Meros intrusos.
Era Jarvan IV... Ele havia matado Janna... Só restava Garen matá-lo... E era isso que ele iria fazer.
-Porque você fez isso? -disse Garen rindo
-Ela é uma intrusa... Quer dizer... Era. -disse rindo
-Ela era minha convidada... E você a matou.
-Ah e como eu ia saber que...
Garen deu um tapa em Jarvan IV com a parte lateral da espada.
Jarvan tirou sua espada de Janna e o atacou, um escudo apareceu em Garen misteriosamente, Garen sabia que Janna, apesar se morta, estava o ajudando. Uma brisa de impulso deu a Garen confiança e força, Garen bateu em Jarvan novamente causando um sangramento na sua cabeça, Jarvan avançou e bateu sua espada na perna de Garen e então um vento soprou Jarvan para longe.
Quando Jarvan decidiu decaptar Garen, uma chuva de flechas apareceu subtamente e Quinn, as asas de Demacia, disse:
-Valor, está com muitos dias que não tem um lanchinho, então parem com essa briga idiota e saiam daqui.
Essas lembranças deixaram-o tristre, e ele tem fé que um dia poderá achar Janna novamente.
Enquanto lux vigiava sua casa, ela ouviu um bater de asas mas alto do que o normal, ela pegou seu bastão e se preparou para atacar. Um forma estranha voou em sua direção, prendendo-a, em seguida, uma gosma apareceu ao chão e ela foi ficando fraca, até cair ao chão. Em seguida ela ouviu uma risada que cobria todo o seu poder.
Uma mulher de asas negras de anjo.
-Perto da escuridão, vê quão fraca você é?
Lux derramou uma lágrima, logo em seguida pulou e usou Ligação da Lux prendendo também a critura. Lux avançou e bateu violentemente seu bastão na cabeça da pobre criatura que tentara derrota-lá.
-Tola.
A criatura saiu da prisão de lux e segurou no pescoço de lux lenvando-a no alto. Quando estavam próximas as nuvens (já de noite) a critura avançou para baixo o mais rápido que pôde causando um grande impacto a lux.
-Sinta a minha verdadeira força -disse a critura.
Lux se levantou do chão e pulou sobre a critura repetidamemte dando golpes certeiros em seu rosto com seu bastão várias e várias vezes, apenas como uma Demaciana faria. Ela lançou Singularidade Lucente fazendo-a cair em seus pés e logo em seguida disse:
-Acho que não... Morgana!
Ela pulou o mais alto que pôde, apontou seu bastão à Morgana e disse:
-ILUMINAR OS INIMIGOS!!!!!!
E lançou Centelha Final, iluminando toda Demacia, fazendo uma cratera profunda no chão e acabando com a pobre anja caída.
-X1? -disse-a rindo-
Garen chegou e Lux disse que precisava sair.
Ela tinha ido ao encontro da Justiceira, Kayle.
-Sua irmã esteve por aqui agora pouco.
-Que irmã?
-Fingir que ela não existe não vai adiantar de nada Kayle.
-Ela não merece o respeito que ainda reina sobre ela em Noxus ou qualquer outro lugar. O que aconteceu?
-Eu a matei.
-Espero que da próxima vez que ela reviver, pense melhor ao atacar alguém, principalmente de Demacia.
-O que aconteceu com Morgana que a deixou, digamos.... Mau?
-Desprezo. Sempre que um anjo nasce sua aura deve ser perfeita, dois anjos não podem dividir a perfeição de um parente esplendor, Morgana não teve a sorte de absorver a aura pura, todos os imortais sabiam disso, eles disfarçavam o máximo para que nem eu, e muito menos, Morgana, soubese disso. Mas a aura fria de Morgana reinava sobre ela, não demorou para eu descobrir. Eu não poderia ter uma irmã que não defendesse sua raça, e que muito menos, não estivesse com a aura pura. Eu a reneguei como família, e isto, a deixou louca, excluída, e ela jurou vingança. Ela reuniu magos poderosos que consederam habilidades à ela, ela jurou uma guerra que acabaria comigo e o meu povo. Eu estou segurando-a até agora. Mas quando ela realmente desfrutar de sua força completa, uma batalha enorme acontecerá, e ela tem grande chance de vencer, isto é o que me deixa mais frustada.
-Você acha realmente que esta batalha pode acontecer?
-Sim, tem grande chance, ela com certeza, está reunindo Campeões que estejam na mesma frieza que ela.
Lux viu um baú na casa de Kayle e com a permição dela vasculhou-o inteiro.
-Kayle, o que é isso? -disse Lux apontando para um livro, no qual tinha a capa com um anjo resplandecente e um negro.
-É um velho livro de histórias angelicais.
-Não há nada aqui que se refira a vocês duas?
-Não. Já li isto de ponta à ponta e não encontrei nada.
-E o porque esta página está branca?
-Ninguém sabe.
-Traga-me uma tocha por favor.
Após Kayle trazer a tocha Lux arrancou a página em branco e colocou fogo nela.
-Você está maluca Lux???
-Espere.
Para a surpresa de Kayle e página ainda estava inteira. Lux soprou algumas cinzas e um texto apareceu.
"Duas irmãs angelicais nascerão, uma com a aura pura, outra, com o ser maligno.
Ao crescer serão separadas. A irmã com a aura impura será renegada como família pela outra, e entrará em ódio eterno. Ela jurará vingança à sua irmã e seu povo e travará uma batalha imensa.
Ela é má e frágil, mas ao fazer um pacto com o gelo sombrio, estará pronta para acabar com tudo e todos, principalmente com sua irmã. A batalha do Gelo Sombrio não será uma batalha qualquer. Terá seres mortais e imortais, terá brigas pelo poder, vingança. Ela está profetizada. E quem ler isto, terá de participar a batalha."
Lux e Kayle se entreolharam e pela primeira vez, Kayle estava apavorada.
Nas partes mais sombrias de Freljord, estava, mais uma vez, Lissandra e seu maligno plano de retomar ao controle de Freljord e qualquer nação que tentasse a destruir.
-Você conseguiu alguma coisa de útil no Vazio senhora? -disse Trundle-
-Malzahar conseguiu dar sustos em Ashe e eu consegui um aliado chamado Kha'Zix, ele vai influenciar outras criaturas a participar do meu "grupo". Mas o desgraçado está pedindo 6300 de IP, absurdo.
Se ele não estivesse pedindo tão caro, poderia ser o meu sub-controlador.
-O que? -disse Trundle furioso-
-Oh desculpe querido -disse sarcasticamemte- só há um sub-controlador, e é claro que és tu. Aliás, eu tenho um servicinho pra você, se teleporte para a Ilha das Sombras, e procure Karthus, já ele deu a oportunidade de você aparecer lá sem precisar andar muito. Procure saber se alguém o procurou, para saber mais sobre a minha oferta, ou se há alguém morto que possa ajudar... Vamos! Rápido, rápido!!
Na Ilha das Sombras, Karthus falava com suas vítimas.
-Vamos minhas queridas, vamos ensaiar mais uma vez, o coral tem de estar preparado para o dia do meu retorno. Ouçam minha voz... E deixem se levar!!!! -em seguida deu uma risada maléfica que ecoou por toda Ilha das Sombras-
Seu livro se abriu mostrando a chegada de Trundle ao local.
-Berní, vá atender Trundle, e o traga para dentro. -ele ordenou a uma alma-
Chegando Trundle falou com Karthus:
-Karthus, Lissan...
-Você já começou errado - interrompeu Karthus- minha mortalidade acabou, mas será que nem depois disso eu mereço ser respeitado? Pra você... Sr.Karthus, eu serei respeitado na minha volta. Quem sabe você não poderia fazer parte dos meu coral? Afinal, a morte é uma canção que todos ouviram um dia. Eu sei que informação você veio buscar, e posso dizer que a oferta foi aceita até agora por: Aatrox, Brand, Fiddlesticks, Syndra, Jinx, Cassiopeia, Swain e Thresh. Não se preocupe, muitos ainda se juntaram.
-Você não pensa em se juntar?
-Se me juntasse, mataria Lissandra e me tornaria dono de tudo.
-Escolha arriscada.
-Não acho... Posso acabar com você agora mesmo.
Trundle engoliu em seco, e saiu de volta Freljord.
Elise, em outra parte da Ilha das Sombras, se divertia ao enrolar homens em suas teias enquanto suas crias o devoravam vivos, Karthus chegou na hora exata.
-Mais almas para...
-O seu coral e blá, blá, blá -interrompeu Elise.
-Eu sei que parece tolisse, mais eu ainda reinarei! Em todos os lugares, meu nome será temido!
-Já ouvi isso milhões de vezes... O que você quer aqui? Saia já!
-Vim oferecer uma oferta.
-Oferta?!
-Sim, da Bruxa Lissandra.
-De onde é, e qual motivo desta guerra?
-Ela é de Freljord e quer o reinar sobre esta terra.
-Ela chegou ao ponto de implorar por participantes que estejam ao seu favor? Deve ser fraca. Por isso o motivo de pedir ajuda. Tola, tola e idiota.
-Mas você aceita a oferta?
-O que vocês acham minhas amiguinhas? -falou Elise com suas crias- sim, elas aceitam. Mais diversão vem por ai. E você Karthus? Vai participar?
-Não, não. Eu poderia acabar com todo mundo sozinho, e tomaria o trono de Freljord. Que graça tem?
-Não seria este, o grande dia da sua vitória.... O dia do Hino Mortal do coral?
-Não. A hora há de chegar, e está próxima.
Nas florestas de Runeterra Janna estava apreciando a paisagem, os rios e tudo que o lugar podia oferecer. Ela se deitou na grama e lembrou de seu passado.
Se lembrou de quando vivia no caus da cidade-estado Zaun e de como libertou sua magia juntando se com a natureza e aprendendo a sua técnica do ar.
Ela era esperta e vivia como podia pelas ruas, roubando quando era necessário. Ela fugiu de Zaun a procura de aprimorar sua técnica e se livrar da loucura que havia se tornado aquele lugar.
Enquanto explorava cada lugar das estranhas florestas uma planta a qual Janna nunca tinha ouvido falar se contorcia misteriosamente. Ela achou melhor não se aproximar mas a planta avançou agarrando-a e trazendo ela para o chão. Uma estranha mulher (pelo menos Janna achava que era) vinha em sua direção e não demorou para Jana perceber que ela estava controlando a planta que a agarrara.
-Quem é você? E me solte. Me solte!!!!
-Não há tempo minha querida. Eu e minhas amiguinhas estamos famintas.
Janna se soltou e olhou para a criatura já enfrentando-a.
A criatura lançou várias plantas e com a agilidade do ar Janna desviou de todas elas.
-Isto não é brincadeira garota.
-Eu não estou brincando.
A criatura se enfureceu e lançou uma planta que se enrolou em Janna como uma cobra enforcando-a. Logo em seguida a planta explodiu e a criatura se estremeceu. Ela avançou em Janna, e Janna lançou uma rajada imensa de vento que jogou a criatura tão longe que nem ela viu onde foi parar. Janna correu para despistar a criatura e nunca mais vê-la. O caminho que Janna seguiu levou-a à uma cidade, no qual a paz resplandecia e mais uma vez alguém falou com Janna. Um homem com uma espada e armadura. Ele segui Janna, derrubou-a no chão e lhe fez uma série de perguntas seguido de um beijo.
Garen, que era o guerreiro de armadura, levou Janna em uma lugar parecido com uma caverna onde a noite chegava mais cedo. As estrelas estavam esplêndidas naquela noite que ainda não havia chegado, a grama resplandecia a luz do luar. Janna se deitou na grama enquanto Garen foi buscar lenha para fazer uma fogueira. A magia reinava naquele lugar. Janna se sentira em casa pela primeira vez, mas mal ela sabia que isto duraria pouco.
Ouviu um passo ecoar pela caverna mágica e disse:
-Garen?
-Sim, sou eu.
Ela estranhou a voz, mas mesmo assim ela correu para lhe dar um beijo.
-Onde está a lenha que você foi buscar?
-Ali no chão.
Enquanto janna se virava para ver a lenha Garen a jogou no chão e cravou sua espada em seu peito.
-Meros intrusos.
E esta, foi a última coisa que ouviu de Garen.
Ela estava morta, e depois que ressucitace não deveria contar com a ajuda de nenhum estranho. Mas seu espírito agiu sozinho, ajudando Garen, contra vontade de Janna.
Ela ressucitou numa floresta, onde esteve até hoje, além de se tornar aliada da cidade-estado de Piltover.
Enquanto Janna se recordava de suas aventuras ouviu um rugido, e uma fera avançou em cima dela, mas Janna foi mais rápida. Ela lançou uma barragem de ar lançando a fera para trás, e logo depois, a fera se tornou uma mulher com uma lança.
A lança voou em direção a Janna, mas um escudo protegeu-a.
Janna lançou um furacão e uma força bruta de vento deixando a mulher-puma sensível e com seu bastão lutou frente à frente com Nidalee, como a mulher-puma se identificou. Enquanto lutavam Nidalee empurrou Janna para longe e uma rajada luz matou Nidalee sem deixar explicação. Quando Janna olhou a luz tinha vindo da cidade onde encontrou Garen, e ela se deu conta de como andou em círculos. Janna se arrepiou, mas um corvo veio em sua direção e um espantalho apareceu falando sobre uma proposta.
-Uma guerra de uma bruxa gélida em que provavelmente Demacia poderia estar no lado inimigo? -disse Janna.
O espantalho confirmou.
Janna viu uma chance de vingança à Garen e aceitou a proposta.
Ela se virou para Demacia e disse:
-Quando o ar se enfurece, você deve valorizar cada segundo de sua miserável vida que ainda lhe resta.
Em seguida se virou para a floresta e desapareceu entre os galhos com sede de vingança.

Comentem sobre o q acharam em seguida postarei mais.


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