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Ysanne

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[FANFIC] Lendas da Ilha das Sombras Pt.2: Os Purificadores

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Earthan

Junior Member

12-03-2014

Lendas da Ilha das Sombras: Os Purificadores
Uma reunião ocorre em uma casa, próxima a Demacia. Lá, Lucian e Senna chegam. Eles eram convidados sempre para esse tipo de reunião. Eles já sabiam o que viria: Mais uma missão. Eles entram, enquanto os Purificadores aguardam as ordens dos mesmos.
Lucian: Eu os convoquei hoje porque temos uma nova missão. Os rumores da Névoa Negra se aproximam, já ouvem rumores.
Tem algumas pessoas que juram ter vistos espíritos e algumas até homens-cavalo. Mas sabemos que eles não são loucos.
Senna: Andei procurando rastros desses espectros. Está ao norte do Mar do Conquistador.
Purificador Aleatório 1: Mas isso bate com o local da tal lenda que falamos na última vez.
Purificador Aleatório 2: A Ilha das Sombras.
Lucian: Infelizmente, vocês estão certos. Tudo bate com a lenda. A Névoa Negra, o Tormento, tudo.
Senna: Estamos próximos de cumprir nosso objetivo. Limpar a escória demoníaca. E de todas elas, as que mais causam estragos vem de lá.
Purificador Aleatório 2: Não conseguimos matá-los. Já tentamos de tudo, mas armas parecem não ferí-los.
Lucian: Eu sei disso. Por isso, estamos forjando duas armas capazes de acertar os espectros. Ficarão prontas amanhã, Conseguimos um bom ferreiro, e ele está nos ajudando.
Purificador Aleatório 3: O que devemos fazer?
Senna: Patrulhem Demacia. Lá é o local mais próximo que o Tormento poderá atingir.
Purificador Aleatório 4: Mas e vocês?
Lucian: Iremos na Ilha das Sombras. Vamos acabar com o mal pela raiz.
Todos saem da sala. Lucian e Senna saem juntos.
Senna: Lucian, não acho que isso vai dar certo. Estou com um pessímo pressentimento.
Lucian: Não podemos mais adiar. Muitas pessoas já morreram pelo nosso atraso. Podem morrer mais.
"Um dia se passa..."
Lucian levanta da cama. Ao seu lado, Senna estava dormindo. Era o grande dia. Em que os Purificadores destruirão o mal de Valoran. Mas Senna parecia tão aflita no dia seguinte. Ele já estava considerando parar. Talvez ela estivesse certa. Ele mal havia dormido. Havia tido pesadelos com correntes. Ele deixa sua mulher dormindo e vai para fora de casa. Ele olha para o mar distante. De repente, tomou um susto. A água estava escurecendo e uma Névoa Negra vinha com ela. O Tormento havia chegado a Demacia. As tropas de Purificadores estavam se preparando. Totalmente armados. Lucian vestiu seu traje e partiu para batalha.
Quando de repente se lembrou de todas as vezes que haviam combatido o Tormento em vão. Os Purificadores jamais seriam páreos para os espíritos vindos da Ilha das Sombras. Viu em meio á Névoa, um homem-cavalo, uma Chimera, como haviam se referido os Invocadores. Ele sabia essa tal Chimera sempre liderava os ataques, ás vezes acompanhado de um general em uma armadura metálica. Se ele estava fora da Ilha, apenas um não conseguiria conter a ele e Senna.
Então, Senna levanta gritando.
Senna: NÃO!
Lucian: Senna... o que aconteceu?
Senna: Tive pesadelos... com uma lanterna e...
Lucian: E correntes.
Senna: Como você sabe?
Lucian: Também tive os meus. O Tormento chegou em Demacia. Um dos generais da Ilha está aqui. Com as Armas da Luz, poderemos abater os que ficaram na Ilha.
Senna: Não acho uma boa ideia, Lucian. Temos que ficar. Sem as nossas armas eles não irão longe.
Lucian: Temos os nossos homens mais o exército de Demacia. Jarvan IV, Garen e Shyvanna já estão lá junto com suas tropas. Temos que ir.
Senna: Tudo bem, então.
Os dois passam correndo de mãos dadas entre as explosões da batalha. Podiam ver Jarvan IV e Garen batalhando contra a Chimera, Hecarim. Em outro lado, Shyvanna limpava hordas e mais hordas de espectros mesclando entre suas formas humano-dragão. Seus homens pareciam manter tudo sobre controle. Porém, ele sentia algo. Esse Tormento não era como os outros, uma enorme sombra envolvendo tudo e matando aos poucos. Era um exército. Isso era estranho. Eles chegaram na sala de reuniões, onde encontraram o ferreiro terminando as pistolas.
Lucian: Precisamos das pistolas, agora!
Ferreiro: Não me apresse! Essas armas tem que ser perfeitas.
Senna: Demacia está sobre ataque!
Ferreiro: E você acha que eu não ouvi? Qualquer um já ouviu todo esse barulho louco.
O ferreiro as coloca na fornalha e as segura por algum tempo. Depois, as banha em um liquído misterioso e brilhante, as dando um ar de luminosidade, e deixando o fogo ainda quente. Ele a segura, e dá um tiro. O mesmo perfura a parede e vai em uma longa distãncia, deixando marcas de queimado e luminosidade.
Ferreiro: Uma para cada. Vai potencializar o seu poder de fogo.
Senna: Obrigado. Lucian, vamos!
Eles entram pelos portões de Demacia e atravessam a cidade, chegando ao porto. Lá, eles veem uma mulher chegando de barco e caminhando entre a destruição aparentemente sem notar nada. Já ouviu falar daquela misteriosa mulher, que sempre viajava cheia de pessoas e voltava sem ninguém. Eles entram no barco, já preparado com suprimentos, e partem. A última visão de Lucian é do exército Demaciano morrendo aos poucos. O Tormento era forte demais. Até mesmo seus melhores homens estavam mortos. De repente, a atenção de Hecarim se voltou para eles. Ele invocou uma onda de soldados espectrais e partiu avançando ao barco. Lucian começa a atirar enquanto Senna tenta tirar o barco
do porto. Eles conseguem sair, mas o rastro da Névoa Negra continua a os perseguir silenciosamente.
Dias se passam.
Ambos Lucian e Senna continuam com seus pesadelos, sempre envolvendo as correntes e a lanterna.
De repente, avistam a Ilha. Toda a escuridão, as almas, tudo. Era macabro demais para sair algo bom dali. Depois de algum tempo a mais de viagem, chegam até a Ilha. Curiosamente, havia alguns barcos. Um estava cheio de livros e cheirava a morte, e parecia antigo. Outro estava coberto de teias de aranha e parecia recente. Estranho. Pegou sua mochila e suprimentos, e começou a andar, lado a lado com Senna, cada um empunhando sua arma. Curiosamente, ambos não estavam com medo. Já haviam enfrentado terrores e mais terrores. A Ilha das Sombras era apenas mais um local que eles iriam purificar de vários. O local parecia muito quieto. Podiam ouvir sons do que pareciam animais. Uma folha passou voando e atravessou o rosto de Lucian. Ele estava esperando uma batalha. Começou
a ouvir barulhos, passos e a batida de uma... pá?
Um coveiro demoníaco passou, olhou para eles.
Yorick: Não estão mortos...
Lucian e Senna apontaram suas armas.
Yorick: Hum. Espero que eu encontre seu corpo depois. Vejo a morte em seus olhos.
Lucian: De que está falando?
Yorick: Dela. Mas não se preocupe. A morte é apenas um começo.
Lucian: Mas o quê?
Yorick desapareceu com a névoa deixando cadáveres no chão.
Senna: Lucian... ele disse que eu ia...
Lucian: Não. Esses espectros querem nos assustar. Nos derrubar. Não podemos nos abater com isso. Nem sei porque não atiramos nele. Temos que continuar Senna.
Senna: Tudo.. Tudo bem. Vamos.
Eles andaram por mais um tempo. Avistaram uma luz azulada com um tom sombrio no ceú.
Senna:O que é isso?
Lucian: Não sei. Mas vamos descobrir.
Depois de andar mais um pouco, viram um feiticeiro, um Lich, como alguns se referiam. Ele estava recitando algumas palavras sombrias e macabras. A luz ficava cada vez maior, e então, os viu. Ele ergeu seu livro e suas mãos para atacar, mais Lucian foi mais rápido. Karthus foi atingido no peito e Senna perfurou sua cabeça com um tiro.
Karthus caiu no chão. Senna se aproximou.
Senna: Ele já foi humano.
Lucian: Como sabe?
Senna: O esqueleto dele. Ele se entregou para a morte. Já vimos algumas pessoas fazendo isso. Magia negra muito poderosa.
Lucian: Pobre Lich.
Eles seguiram sua caminhada, quando Karthus se ergueu novamente e criou uma parede á frente deles.
Karthus: Não acharam que seria tão fácil?
Lucian: Na verdade, não. Já esperava isso vindo de um morto-vivo.
Senna: Lucian, agora!
Karthus atirou esferas de energia negra contra eles. Os três entraram em um duelo. Lucian corria rapidamente, desviando de suas habilidades, enquanto Senna atirava contra ele sem parar. Lucian deu um salto e lançou uma estrela com sua pistola, que se expandiu cortando o que já foi humano em quatro partes, todas queimadas agora.
Lucian: Ele não vai ficar muito tempo assim. As pistolas são eficientes, mas não são capazes de abater tão perfeitamente.
Senna: Temos que ir, antes que ele se levante.
Eles seguiram na floresta macabra. De repente, uma sombra esverdeada aparece, e vê o estado de Karthus. A sombra olha para as pegadas e começa a segui-las.
Lucian e Senna chegam até o que lhes pareceu ruínas de uma cidade. Encontraram o corpo de uma mulher de cabelos escuros, atravessada por três lanças. Viram uma prisão enorme, que parecia mais um santuário macabro emanando uma luz verde. Gritos podiam se ouvir.
Senna: Lucian... Essa luz...
Lucian: A mesma dos nossos sonhos. Não sei se devemos entrar.
???: É claro que podem. Porém, minha casa, minhas regras.
Lucian e Senna se viram. Então, um temor enorme atravessou ambos. Se fosse apenas aquele ser, não teriam se amendrontado. Porém, ele empunhava correntes e uma lanterna. Os presságios do seus sonhos.
Lucian: Quem é você?
???: Aah... desculpe-me... não tive minhas devidas apresentações... 'riso sádico'... Me conhecem por Thresh. A propósito, já viu sua alma? Gostaria de vê-la?
Lucian e Senna começam a atirar. Thresh gira suas correntes bloqueando os tiros, e rindo loucamente. Senna avança contra ele e Thresh o atira para longe, esfolando seu rosto.
Lucian: SENNA!!
Lucian corre para socorrê-la quando Thresh lança suas correntes, cortando o peito e parte da barriga dele.
Ele corre inutilmente, tentando se aproximar e gritando o nome de sua amada.
Thresh: Gritar não lhe trará nada de bom, mas é música para meus ouvidos.
Ele tira a corrente do seu peito e a usa no chão, arrastando Lucian para trás junto com o solo, enquanto Senna tenta se levantar. Lucian se levanta e se esquiva para os lados enquanto Thresh gira as correntes ao seu redor, rindo de forma louca e macabra. Senna se levanta com alguns cortes no rosto.
Senna: Lucian!
Senna começa a atirar, e dessa vez Thresh não consegue se defender. Os tiros atravessam seu corpo espectral, mas mesmo assim pareciam feri-lo. Lucian se junta a Senna e ficam lado a lado, expurgando-o de sua existência.
Porém, Thresh conseguiu se recuperar. Brandiu sua lanterna criando um escudo á sua frente, e avançou, usando o escudo para derrubar Lucian e Senna, e quando os dois foram arremessados para o ar, cada um em um lado, ele soltou sua lanterna, pegou outra corrente e puxou ambos, ao mesmo tempo, fazendo eles caírem lado a lado. Lucian, ferido no peito, e Senna, com o rosto esfolado e sua perna ferida. Senna não conseguia se levantar. Thresh começou a avançar, e Lucian se ergueu, sangrando, e ficou entre o Guaridão das Correntes e sua amada.
Thresh: Relaxe, e deixe acontecer.
Thresh atirou Lucian para os lados. Ele nunca havia se sentido tão impotente. Lucian correu, porém, ele criou uma enorme caixa ao seu redor, onde só havia ele e Senna. Ele lançou a corrente no pescoço de Senna, enquanto Lucian gritava e chorava ao ver ela morrendo. Mas o que aconteceu em seguida foi ainda pior. Thresh ergueu sua lanterna, respirou o ar sombrio da Ilha das Sombras, e uma luz verde saiu de Senna, entrando dentro da lanterna.
Thresh brandiu a lanterna para Lucian, enquanto ele via o rosto destorcido de sua mulher lá dentro, gritando em agonia. Lucian correu e olhou o corpo de sua amada. Thresh ria enquanto via Lucian chorar em cima do corpo de Senna. Ele pegou a arma de Senna, e empunhou as duas ao mesmo tempo, as duas armas iluminadas, e começou a atirar loucamente na lanterna, que parecia não surtir nenhum efeito. Foi ai que ele percebeu que ela estava perdida para sempre. Lucian atirou em Thresh, e não teve escolha, a não ser fugir. Ele jurou que quando voltaria ali, faria o Guardião em pedaços, e arranjaria um jeito de trazer Senna de volta.
Depois de dias em viagem, ele chegou a Demacia. A encosta estava devastada. Todos os Purificadores
estavam mortos. Ele era o último. Foi idiotice achar que ele poderia acabar com tudo apenas indo na Ilha e matar todos que estavam lá. O Coveiro preveu isso.
EPÍLOGO:
Meses se passaram. Lucian viveu desolado por esse tempo. Só que algo mudou tudo. A notícia de que um
novo campeão havia se juntado ao Instituto de Guerra. Thresh. Ao saber disso, ele percebeu que
finalmente havia uma chance de vingança. Ele caçaria todas as monstruosidades da Ilha que estavam
presentes na Liga, e principalmente, acharia um jeito de quebrar a maldita lanterna.
"Você levou a melhor parte de mim, Thresh. O que restou foi um inimigo perigoso" -Lucian, o Purificador


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TheDeadlyScythe

Senior Member

12-03-2014

...
Preciso comentar mesmo?
Ficou épico, e vc descreveu bem como aconteceu, dando um ar de mistério, suspense e magia (?) à cena. Sério, muito bom.


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Earthan

Junior Member

12-05-2014

Ei, valeu aí cara, por acompanhar mais um capítulo das Lendas da Ilha das Sombras. Já estou escrevendo a terceira parte.


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Pajollaa

Junior Member

12-05-2014

Riot Plz neh da um credito ai pro cara (y)


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Nemenöhr Mènthif

Junior Member

12-08-2014

Muito legal tua fan fic cara... Eu tava criando coisas sobre a ilha das sombras também, aí como vi q vc escreveu tentei não contradizer nada que vc tenha criado, para que pudesse haver coerencia entre as nossas histórias ^^

Depois da uma olhada no que eu to criando (tá aqui no fórum tbm, se chama "Um Novo Campo da Justiça&quot


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Earthan

Junior Member

12-09-2014

Pessoal, estou digitando o terceiro capítulo, ele saí ainda hoje. Tive que pesquisar um pouco para esse então demorou.


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