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Um abraço,
Ysanne

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[FANFIC] Lendas da Ilha das Sombras Pt.3: A Rainha Aranha

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Earthan

Junior Member

12-10-2014

???: Precisamos de cada informação sobre cada ser da sua ilha, Maokai, antes de limparmos a escória.
Maokai:Precisamos de tempo para nos preparar. Eu já lhe falei sobre o casal de Purificadores, sobre a origem da Ilha, e com isso, sobre o Guardião das Correntes, sobre a Sombra da Guerra, a Lança da Vingança, o Mestre do Metal. O que mais você quer?
???: Elise. Estamos observando essa mulher á meses. Ela sempre viajava com seus seguidores para um tal templo, e volta sem ninguém, e sempre fala que eles resolveram ficar lá. Mas nós sabemos sua verdadeira identidade. Não estamos abusando de sua boa vontade, Maokai. Sei que está sendo difícil controlar sua corrupção e seus poderes,
mas precisamos saber com o que estamos lidando.
Maokai: Então que seja. Lhe contarei sobre a Aranha Rainha.
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OBS: Essa história se passa cronológicamente antes do capítulo 2 do Lendas da Ilha das Sombras.
A Rosa Negra. LeBlanc caminhava em direção ao salão. Lá, encontrou seus companheiros de sempre. Elise, Swain e Vladimir, e mais alguns companheiros. Mas eles eram o que se destacavam.
LeBlanc:Olá... companheiros.
Swain: Minha cara LeBlanc, fale logo o objetivo de nossa reunião.
Elise: Concordo com Swain. Meus fieis estão esperando. Sou ocupada.
LeBlanc: Bem, hoje, iremos discutir de um pequeno assunto. Noxus está em um conflito intenso com Demacia.
Swain: Disso eu sei.
Enquanto eles continuavam discutindo estratégias para passar o poder de Noxus para Swain, Elise apenas escutava. Ela não participava diretamente nos assuntos políticos da Rosa Negra. Ela era apenas uma sacerdotista. Ela havia entrado na Rosa Negra na esperança de auxiliar Swain a subir no poder, e consequentemente, retirar a proibição do seu culto. Ela era muito devota a seu deus, um deus aracnídeo. Que ela jurava que havia a salvado.
MOMENTO FLASHBACK:
Elise corria pelas ruas de Noxus. Alguém havia mandado matá-la. Assassinos profissionais a seguiam, e ela desconfiava que haviam mais nas sombras. Elise apenas estudava sobre a mítica Ilha das Sombras. O que alguém iria querer com uma pessoa que nem ela?
Um tiro passou raspando por ela, deixando um corte superficial em diagonal entre a barriga. Ela correu para um beco escuro, gritando e batendo nas portas. Os assassinos á seguiam incansávelmente. Ela se perguntava como eles conseguiam a ver naquele local escuro. De repente, chegou ao fim. Era um beco sem saída. Os assassinos caíram dos prédios simplesmente sem se ferir, nem ao menos dar um gemido de dor. Eles se aproximaram dela, e sem nenhuma palavra, atiraram na sua perna. Ela caiu e perdeu a voz. Ela viu sua vida passar diante de seus olhos. Sua infância, a morte de familiares e amigos, sua adolescência, seus primeiros estudos sobre a Ilha das Sombras. Mas de repente viu algo: Uma de suas pesquisas sobre a Ilha. Um antigo cântico de sacerdotistas aracnídeos vindos da Ilha das Sombras. Se dizia que se fosse recitado por alguém digno, o próprio deus dessareligião surgiria para sua ajuda, no seu momento mais terrível. Ela o ouviu, como se fosse chamada. Não havia o quê arriscar.
Juntou sua voz, ainda fraquíssima, e começou a recitar. Os homens pararam perplexos da religiosidade macabra de Elise. Uma sombra começou a surgir. Aranhas vieram. Os homens tentaram se defender, mas era inútil. Elas cobriam seus corpos devorando sua carne.
A sombra de uma enorme aranha apareceu. Com sua mandíbula, terminou o trabalho e matou todos. Elise olhava perplexa e assombrada com aquele espetáculo macabro. Mas por algum motivo, ela se sentiu satisfeita. As aranhas sumiram e seu deus também. Agora ela
tinha certeza. A Ilha das Sombras existia. Ela iria até lá, e encontraria seu salvador. Jurou isso.
FIM DO MOMENTO FLASHBACK
LeBlanc: Elise... você está escutando?
Elise: Hã.. o quê?
Vladimir: Desatenta como sempre.
Elise: Cale-se seu maluco.
Vladimir: O que você disse?
Vladimir avançou contra Elise porém LeBlanc criou uma parede de magia negra entre eles.
LeBlanc: Temos que focar no que importa, vocês dois. Precisamos envenenar um grande general Noxiano. Elise, precisamos de você.
Elise: Só estou aqui pelo meu culto. O que precisam?
Swain: Esse cara já está causando muito problema. Ele está liderando uma investigação sobre a Rosa Negra. Ele está sempre protegido, 24 horas. Não há como matá-lo, então teremos que matá-lo. Porém, tem que ser um veneno instântaneo.
Elise: E daí?
Vladimir: Aranhas, Elise. Aranhas.
Elise:Querem que eu extraia veneno aracnídeo?
LeBlanc: Não de qualquer aranha... queremos veneno da criatura da Ilha das Sombras. Veneno do Mandíbula.
Elise: Sou uma sacerdotista, não uma guerreira. Posso até cultuá-lo, mas acha mesmo que conseguirei me aproximar dele e extrair veneno? Mande outra pessoa.
LeBlanc: Elise, tenho que conversar em particular com você.
Elise e LeBlanc saem da sala. Elas vão para o corredor.
LeBlanc: Elise, quando pediu para entrar na Rosa Negra, você me contou seus motivos. Quer liberar o culto do Mandíbula.
Elise: Sim.
LeBlanc: Só você pode ouvir a música da aranha. Os Invocadores se recusarão á me deixar ir em Twisted Treeline para isso. Você não queria encontrá-lo? A hora é agora.
Elise: Eu... eu não sei. O Mandíbula é um deus, LeBlanc. Não conseguirei simplesmente tirar veneno dele assim.
LeBlanc: Leve alguém. Um sacrifício para ele. Precisamos do veneno dele.
Elise pensa um pouco.
Elise: Eu aceito.
LeBlanc: Òtimo.
As duas abrem e a porta e entram na sala.
LeBlanc: Ela aceitou.
Swain: Òtimo. Daqui á quatro dias haverá um evento na casa dele. Eu e Vladimir fomos convidados. Precisamos do veneno até
amanhã á noite.
Elise: Eu consigo. Com licença, LeBlanc. Até amanhã.
Elise saí da sala. Ela estava aflita, mas ao mesmo tempo feliz. Ela poderia ver seu salvador. Ela voltou para sua casa,
e começou a preparar suprimentos. Uma viagem para a Ilha das Sombras. Quando terminou de guardar tudo, ela pegou três frascos para guardar veneno. Ela foi até seu salão, onde começou a recitar para seus fieis, adoradores do Deus Mandíbula. Depois de um tempo, chegou ao seu ponto.
Elise: Meus amigos, amanhã estarei fazendo uma pequena viagem á um templo de nosso deus!
Todos vibraram e comemoraram.
Elise: Porém, quero alguém para me acompanhar. Um voluntário. Quem se voluntaria?
Muitos ergueram as mãos e gritaram. De todos, ela olhou para um que parecia tímido e nervoso, que levantou pouco sua mão.
Elise: Você aí. Venha.
Ela apontou para ele. Todos abriram espaço e ele foi andando até ela.
Elise: Qual seu nome?
???: Joseph.
Elise: Nosso culto está encerrado. Podem ir.
Elise: Joseph, prepare suas coisas. Me encontre aqui em duas horas e iremos partir.
O rapaz assentiu. Ela preparou suas coisas, e colocou no barco. Duas horas depois, encontrou-o e foram até o barco. Chegaram lá, e viram algumas pessoas passando. Subiram no barco e organizaram suas coisas. O rapaz parecia aflito e com medo. Ela não tinha tempo para sentir pena. Tinham que chegar na Ilha em algumas horas.
Um dia se passou. Eles não tiveram problemas na viagem, mas ela sentia algo. O rapaz parecia cada vez mais aflito. Ele tinha medo e ficava cada vez mais preocupado. Elise tentava não demonstrar sua preocupação também.
Eles avistam a Ilha.
Joseph: Senhora... O ar está ficando denso...
Elise: Eu sei. O Templo fica naquela ilha.
Joseph: Esse caminho que seguimos... me lembra uma lenda que já li... qual é mesmo..
Elise fica nervosa. Se soubesse para onde eles estavam indo...
Elise: Não me lembro de nada. Esqueça isso. Não está empolgado para conhecer um dos poucos templos de adoração ao Mandíbula?
Joseph: Sim... Muito. Mas nervoso. Sinto uma sensação terrível, como se eu não tivesse que estar aqui.
Elise: Chegamos.
Eles pararam na praia da Ilha das Sombras.
Joseph: E.. Elise... Que lugar é esse?
Elise: Nossa parada.
Joseph: Esse local é macabro. Acho que devíamos voltar.
Elise: Segundo meu mapa e alguns estudos, o templo é mais á frente.
Eles seguiram á frente. Viram corpos e corpos. Resumindo, viram morte em todos os locais. Uma flora sombria e macabra, Elise passou a mão por uma folha espectral pelo vento... mas não havia vento.
Então ela percebeu que a morte era outro mundo e ela estava á sua porta. Mas algo aconteceu. Ela viu o rastro. Ela ouviu a música. A música da aranha. A voz do Mandíbula sussurrava em sua mente. Ele a chamava. Então, ela viu Joseph. Ele estava tremendo e gritando de medo. Era totalmente normal, ela pensou. Nem mesmo ela sabia como estava aguentando ver tudo aquilo.
Ela lembrou de seu objetivo. Ela olhou para ele, caído de joelhos, e o abraçou.
Elise: Se acalme... Você não tem nada a temer.
Eles seguiram. E viram um templo destruído. Totalmente destruído, que parecia ocupar o que já foi uma cidade. Seja lá o que foi que aconteceu ali, derrubou o templo. Eles entraram no "templo", que mais parecia uma caverna do que qualquer outra coisa.
Aranhas vieram. Os olhos de Mandíbula brilhavam na escuridão.
Joseph: Elise... o que é isso...
Elise: O que você queria e muito mais. Queria um templo? Tenha mais. Veja nosso deus, em carne e osso.
E enquanto ela falava, Mandíbula se erguia atrás de Elise. Joseph não pensou duas vezes. Correu, feito um louco. Mas uma teia o prendeu. Ele gritava, e gritava, enquanto as aranhas o carregavam até o Deus Aranha. Ele mordeu Joseph, arrancando metade de seu corpo. E enquanto devorava, seu veneno jorrava de sua boca. Ela se apressou, e começou a colocar nos frascos. Preencheu todos, quando Mandíbula e as aranhas começaram a olhar para Elise. Não... não era para ela. E sim pelo veneno. Ouviu novamente a voz da aranha em sua mente. Ela percebeu que não adiantaria envenenar o general. Aquilo era mais que um simples veneno. Era um soro. Um soro da imortalidade.
Ela ergueu o veneno. Sem pensar duas vezes, o bebeu. Ela começou a se contorcer. Suas roupas se tornaram sombras e começaram a dar local á um macabro traje aracnídeo. Seus olhos ficaram vermelhos. Ela olhou para tudo ao seu redor. Ela havia ultrapassado a mortalidade. Ela era mais que qualquer espectro da Ilha das Sombras, mas que qualquer abominação. Ela viu o espírito de Joseph se erguendo de seu corpo e vagando pela Ilha. É óbvio que ela seria respeitada no local. Ela olhou para o seu senhor, com um sorriso terrivelmente macabro.
Elise: Lhe trarei mais presentes, meu mestre.
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EPÍLOGO:
Swain e LeBlanc aguardavam no salão. Elise entra na sala, totalmente mudada. Nem se assustaram, mas ficaram surpresos. Depois de
ver Vladimir, bem, era difícil alguma coisa ainda assustar.
Elise: Temo que meus serviços não sejam mais necessários.
Swain: O QUÊ? Onde está o veneno.
Elise: Digamos que ele... não funciona como o esperado.
LeBlanc: Elise. Precisamos do veneno.
Elise: Pegue-o vocês mesmos. Eu não preciso mais de cultos ao Mandíbula. Se virem.
Elise saí da sala.
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Maokai: É tudo o que eu sei sobre Elise.
???: Obrigado, Maokai. Agora podemos agir.
Maokai: Você... você sabe quem caçou Elise naquela noite, não sabe?
???: Meus homens. É claro que foram eles.
Maokai: Você criou uma inimiga mortal.
???: Ela estava indo longe demais naquela pesquisa. Chegaria a ser o que é hoje de qualquer jeito. Agora vamos ao que realmente importa, Maokai. Temos que nos preparar.
Maokai: Preparar para o quê?
???: A Guerra.


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TheDeadlyScythe

Senior Member

12-11-2014

...wow
Essa versão de como surgiu a Elise "aranha"... acho que foi a melhor que eu já li.
Continue... se essa não é a ultima parte :3


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Earthan

Junior Member

12-11-2014

É, pelo jeito você gostou do Lendas da Ilha das Sombras. Estou escrevendo o quarto capítulo.


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