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Ysanne

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FanFic - Ezreal e a Caverna de Shurima.

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fiuk

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06-28-2013

A caverna de Shurima


A noite ainda estava úmida, a chuva que chegou repentinamente logo sessou, mas foi o suficiente para fazer com que em algumas horas os corredores do grande museu de Piltover ficassem desertos exceto por uma pequena sala bem ao fundo do museu, após as salas dos zeladores. Lá se encontravam todos os objetos ainda em pesquisa e o museu guardava todos com muito cuidado. Dentro da sala Ezreal estava debruçado sobre um grande livro em cima de sua escrivaninha. Ele analisava o livro, revirava, sem perceber leu tudo algumas vezes, mas nada parecia fazer sentido em sua cabeça. O livro tratava da existência de uma criatura ou seja lá o que for, que se manifestava através das eras em batalhas. Surgia espontaneamente e simplesmente sumia em seguida, por conta disso era praticamente impossível se acharem rastros da criatura. As poucas coisas que existiam Ezreal tinha conseguido reunir em sua sala, dentre elas havia uma coisa curiosa chamada shurima esse artefato antigo não passa de areia, porém indica a existência de uma civilização antiga no deserto, ele pouco sabia do que havia acontecido com a civilização, mas o que mais o preocupava era a ligação da criatura com o artefato.

O mais curioso no artefato foi como ele foi adquirido e isso intrigava Ezreal. Ele estava em uma caverna no deserto tentando limpar a área e procurar artefatos rúnicos que são sua grande paixão, quando por um acaso do destino achou um caminho que levava mais ao fundo da caverna, era um caminho estreito e pouca coisa se via, mas ele tinha alguma sensação sobre o caminho e decidiu ir. A caminhada não teve nenhum problema; chegando ao final do corredor era possível se enxergar uma luz, talvez fosse o caminho para uma saída diferente, mas o espanto foi grande ao observar que ao invés de uma saída, era na realidade uma sala gigantesca, toda iluminada ainda por archotes e isso não fazia sentido para ele, pois aquela caverna parecia desabitada há séculos. Ele Se perguntou se talvez tivesse mais alguém junto a ele no ambiente. Observou atentamente mas nada parecia fora do normal. Encontrou logo na entrada, dentro de uma bacia de bronze essas três shurimas, e como bom explorador já as colocou em seus bolsos. Caminhou da saída da caverna até o centro da sala, e lá pode observar melhor a estatua gigante de um criatura desconhecida. Era uma espécie de demônio ou Deus que carregava uma espada fincada no chão. Aos pés dessa estatua parecia um altar, e nesse altar um grande livro estava aberto. Ezreal não podia perder a oportunidade e resolveu avaliar o que havia encontrado, porem ao se aproximar dos pés da escada que levava ao altar, os archotes ao redor da sala foram perdendo o seu poder de luminosidade. Eles continuavam acesos mas parecia que a luz não penetrava aquele ambiente, a cada passo que dava subindo a escada menos era possível ver. Um tremor abalou toda a estrutura do ambiente. Um desabamento havia começado.

Ezreal precisava agir rápido. Como os archotes pareciam não iluminar, concentrou os poderes arcanos em seu amuleto e lançou um fluxo essencial apenas para iluminar o ambiente, e deu certo. Parecia que a luz da magia arcana era capaz de atravessar essa terrível escuridão, ele viu o livro claramente ao topo do altar abaixo dos pés da estatua, concentrou mais um pouco da energia no amuleto e foi capaz de usar uma magia chamada translocação arcana que o levou até o topo da escada. Pegou o livro e começou a correr em descida as cegas. Tropeçou nas escadas e rolou até quando deu por si e já era claro novamente. O desabamento não era dentro da sala, mas justamente na passagem que o havia trazido até ali e com medo de ficar preso correu em direção a saída. Começou a correr por entre a saída mais muitas pedras caiam do teto e sem perceber acabou piorando sua situação. Não tinha mais volta, o caminho havia sido lacrado com o desabamento, e num segundo de distração, o caminho de volta também fora lacrado com o desabamento. Ele só tinha poder magico suficiente para liberar uma área, já estava cansado e com dores. Precisava descansar e queria analisar o livro com mais calma. Concentrou todo seu poder arcano restante e em um disparo único uma barragem incendiaria foi criada, e limpando todo o caminho para a volta.

Ele havia voltado para Piltover, mais especificamente para sua sala, e está até agora estudando o livro tentando decifrar o seu significado. Haviam muitas perguntas e poucas respostas, e cada vez que lia o livro as perguntas só aumentavam sua intensidade. Ele só tinha uma opção: voltar para a caverna e lá se aproximar da estátua e analisar com mais calma os dados que havia recolhido. Mas haviam dois motivos que ainda o prendiam em Piltover, o primeiro era não saber como iluminar perto da estatua, já que lá a luz de archotes parece não ser capaz de penetrar a escuridão, e isso era deveras curioso já que longe do altar era capaz de observar a estatua, porém próximo não era possível se ver absolutamente nada. E o segundo motivo, é que a visita de uma grande amiga vinda de Demacia realmente o atraía. Nunca havia se declarado para ela mas ele estava completamente apaixonado. Ela, assim como ele, tinha poderes arcanos e uma mente muito aberta e interessada sobre arqueologia, o que a tornava incrivelmente mais bonita.

Ainda estava preso olhando para o livro quando foi surpreendido por um som vindo da porta. Assustado, virou-se para trás, mas devido as suas aventuras arqueológicas Ezreal tinha tornado seus sentidos muito mais aguçados, e seus reflexos eram incríveis. Rapidamente, com a a translocação arcana desviou de uma prisão de luz, que passou voando pela sala. Foi imediato. Ao desviar e observar aquela prisão de luz, um sorriso veio em seu rosto e ele sabia exatamente fazer. Levantou os braços e falou:
- Tudo bem, você me pegou! - e o sorriso ainda preso no seu rosto.
- Tudo bem? Você por acaso sabe que horas são? - a figura saiu de trás de algumas estátuas e era loira linda, e segurava um bastão em sua mão.
- Me desculpe lux, eu sei que estou realmente atrasado, é que os livros, sabe... - e coçou a cabeça.
-A única coisa que eu sei, é que agora você vai me pagar o jantar e a sobremesa em um restaurante melhor, e já te aviso que estou morta de fome. - apesar de falar em tom bravo, logo abriu um sorriso e o abraçou.

Os dois foram no melhor restaurante de Piltover, não que fosse um restaurante muito bom, afinal Piltover não era conhecido por sua excelência gastronômica. Lux havia vindo de muito longe, não contava a Ezreal mas realmente se impressionava muito com o trabalho do jovem, e sem contra que ele era uma gracinha com aqueles cabelos loiros sempre sujos de terra. Ela gostava mesmo de estar perto dele e o seu sonho mesmo era em ir em alguma pesquisa ao seu lado. Acha que também poderia ajudar nas pesquisas, mas a grande realidade é que Garen, o grande comandante e seu irmão na verdade. Era um grande ciumento e super protetor. Jamais iria deixar ela se arriscar em meio de ruínas com risco de desabamentos, e essas coisas pareciam ser bem comuns de acontecer já que sempre que via Ezreal, o menino tinha um machucado novo. Após o jantar e muita conversa sobre arqueologia, magia, e até mesmo sobre o League of Legends (uma ótima solução para os conflitos), os dois caminharam pela cidade a noite estava fria e os dois caminhavam abraçados para se protegerem do frio, enquanto andavam os pensamentos de lux eram inundados por uma curiosidade repentina, e pôs-se a perguntar:
- Ez, o que tinha de tão especial naquele livro? Você quase foi pego pela minha magia -perguntou ela enquanto caminhavam abraçados.
- É uma descoberta que eu fiz, mas pouco ainda descobri... Hum, bom tá vendo esse machucado? No meio do desabamento eu me machuquei um pouco - e com uma risada se afastou do abraço e mostrou o machucado.
- Um desabamento? E você não me fala nada, aonde foi isso? – perguntou, irritada.
- Bom, foi no meio do deserto. Eu até estava pensando em voltar na caverna, para ver se encontrava mais respostas sobre quem é essa criatura.
- Mas de que criatura você está falando? – perguntou, curiosa.
- Bom, na verdade não sei. Parece uma espécie de Deus, ou Demônio. Sei que essa criatura tem diversos aparecimentos na história, mas pouco se sabe... Só cheguei a conclusão que aonde há batalha ele tem se envolvido. - sentou-se em um banco próximo, e chamou lux para se sentar também.
- Entendi. Mas você acha que tinha alguma coisa diferente, ou algo que deixou para trás nessa caverna? Tinha algo de errado? - e se sentou ao lado de Ez.
- Bom... - apoiou as duas mãos atrás no banco, e olhou para o céu. - Dentro da caverna havia uma sala estranha, nessa sala tinham diversos archotes ainda acesos, e só de entrar era possível se observar um altar e uma estatua gigante dessa criatura. Mas ao se aproximar do altar, a luz dos archotes parecia incapaz de penetrar a escuridão e eu fiquei completamente cego. Quando o desabamento começou, meu único reflexo foi usar a magia arcana, e minhas habilidades são capazes de iluminar um pouco, mas nada muito duradouro que eu possa investigar com calma.
- Hum... - a jovem ficou imóvel por um momento, assimilando tudo que foi dito - você disse que sua magia arcana era capaz de iluminar?
-Sim - respondeu sem muito interesse.
-E você não sabe o que fazer para poder investigar mais de perto? - perguntou mais curiosa como se algo estivesse no ar.
-Sim – respondeu, ainda sem interesse.
-E por acaso sua namo...Digo, amiga aqui é uma maga arcana de luz, e você ainda não sabe oque fazer? - falou um pouco vermelha mais muito decidida.
-É...que...é sabe... - ele não sabia se estava nervoso de não ter pensado nisso, ou com ela quase ter dito que eram namorados.
-Entendi... eu aceito sim ser sua companheira nessa aventura. - já levantou e esticou a mão para o jovem rapaz. - E sem ‘mas...mas...’ partimos amanha bem cedo. Quero chegar nesse local logo, sempre quis ir em uma busca arqueológica.
-Você sempre tão decidida lux, assim não tem como negar. - abriu um sorriso e agarrou firme a mão da menina. Acabou puxando forte demais e lux caiu em seu colo, e antes que os dois tivessem qualquer outra reação um beijo aconteceu, meio que sem querer.

A noite passou, Lux voltou para o seu hotel, e Ezreal acabou não dormindo. Se iria realmente para uma missão de descoberta queria já saber mais, e estar bastante preparado. Ficou em sua sala no museu e estudou todo o que podia do livro. A viagem não seria tão longa, graças a nova invenção de Heimedinger, o grande mestre de Piltover. A cidade das maquinas agora contava com um "SuperTrem" movido a luz solar, que era capaz de atingir grandes velocidades em pouco tempo. Essa invenção foi tão bem aceita que já haviam trilhos e estações para quase toda Volaram.

Encontraram-se na entrada da estação de Piltover do "SuperTrem", e enquanto aguardavam o trem para
sua viagem, foram surpreendidos por um tumulto em uma outra plataforma da estação. Parecia uma multidão gritando algum nome que não era possível identificar, só conseguiram ver uma jovem de cabelos vermelhos e mão gigantes acenando do trem, e em seguida todos gritavam League of legends. O trem chegou na plataforma e encobriu a visão dos dois, mas já não estavam mais interessados, estava concentrados em sua nova busca e um pouco preocupados também.

Como esperado a viagem não foi longa. Antes mesmo de anoitecer os dois já estavam a porta da caverna. Se olharam e adentram com um pouco de receio. Ezreal achou o caminho que havia aberto com sua magia e não parecia que nada havia passado por ali, somente ele mesmo havia estado lá. Caminharam mais um tempo e chegaram a parte que estava lacrada pelas rochas, Ezreal estava pronto para abrir passagem quando antes de qualquer reação, uma luz se projetou ao redor da pedra, e em poucos segundos ela foi obliterada em pequenos pedaços. Ele olhou espantado para a menina, que só conseguia rir, e continuar caminhando.

A sala havia se mantido exatamente como tinha deixado. Os archotes acesos queimando sem parar, a grande estátua da criatura, e o altar, agora vazio. Isso mostrava que realmente não havia ninguém, e que o lugar tinha algo místico. Caminharam cuidadosamente até o altar com medo de alguma armadilha ou algo acontecer. Chegaram ao altar e Ezreal disse:
-Bom acho que a partir daqui a cada passo nossa visão irá diminuir. Guarde o seu poder magico para quando não formos capazes de enxergar nada, e ai use-a para iluminar. - disse enquanto erguia a mão para ela segurar.
-Tá bom. - disse segurando firme as mão de Ez.
Os dois caminharam e realmente a cada passo que davam ficava mais difícil enxergar. Como se houvesse uma barreira e quem se aproximava do altar era incapacitado de ver. Quando finalmente não era possível se ver mais nada, apenas escuridão, a jovem maga arcana balançou seu cetro, e uma barreira prismática envolveu os dois, e assim os dois foram capazes de enxergar a monstruosidade que havia a frente. Aos pés da estatua aonde se encontrava o livro havia um trono, e neste trono a própria criatura estava sentada com a espada em punhos e os olhos vermelhos de sangue. Realmente parecia uma demônio, ou um Deus distante. Os dois ficaram imóveis, até que uma risada maléfica tomou conta do local. Quando a risada sessou, uma voz falou.
-Então novamente você por aqui, jovem pesquisador... na sua ultima visita você me deixou bastante irritado. Além de me acertar com uma magia arcana, teve a audácia de roubar o meu livro. - disse a criatura, apoiando seu peso sobre a espada e olhando diretamente para o menino apavorado.
-QUEM É VOCÊ? - Ezreal gritou, desesperado.
-Acalme-se jovem, não tenho interesse em machucar ou enfrentar criaturas fracas como você... - e refletiu, enquanto encarava o menino. - Eu me chamo Aatrox, A espada Darkin.
-Darkin? Eu já ouvi falar disso. O mestre Ryze já estudou um pouco sobre a magia destes seres antigos. Pelo que me disse eles eram considerados quase Deuses no nosso mundo. -disse lux, sem medo da criatura.
-Vejo que a menina é corajosa! Está certa! Nós, Darkin, fomos conhecidos por Deuses, mas meus irmão eraM fracos, e não eram bons em batalhas como eu. Eu me alimente do sangue, da raiva e desespero das pessoas. Meu habitat é o campo de batalha. Adoro o sabor de sangue fervente, adoro heróis, mas devo confessar que sou um pouco mole, ainda me apego bastante as minorias. Homens em menor numero e com vontade de batalha me invocam sem perceberem, e me trazem para o seu lado em batalha, mas tão cegos pelo sangue, não são capazes nem de perceber minha presença. - riu com fervor, Aatrox.
-Batalhas te alimentam? Então é por isso que temos relatos de sua presença por toda a história desde os tempos antigos... Realmente, muito curioso. - Ezreal pareceu também perder o medo e agora sentir uma curiosidade. - Por favor, me conte a sua história.
-Por que eu deveria contar? Uma criatura como você não é digno nem sequer de me olhar. - Aatrox olhou com ira para os invasores.
-Bom, na realidade eu acho que se você realmente pudesse fazer isso eu já estaria morto na primeira vez que vim para esse altar. Se você realmente é quem diz ser nunca deixaria um menino curioso como eu sair com vida. – disse, agora mais confiante.
-Você é bastante ousado meu jovem. - E riu, agora com uma risada leve. - Mas está certo em outra ocasião você não sairia com vida, mas infelizmente não estou no meu auge. Digamos que não tenho tido muito alimento.
-Alimento? Você está passando fome? - perguntou lux, curiosa.
-Não é isso lux, eu já entendi... Então quer dizer que o fato de o mundo não ter mais batalhas está afetando a sua forma física? - disse Ezreal, agora muito confiante até para se aproximar. - Entendo um homem que se alimente de batalhas, e quando elas não acontecem mais ele fica perdido. Mas eu posso te dizer que as batalhas como você conhece não existem mais, porém existe outro meio de batalhar nesse novo mundo.
-Outro jeito de batalhar? - a criatura pareceu se desesperar, seus olhos brilharam - Eu já estive nesse tempo em algumas batalhas. Eu ajudei as conquistas do general Darius. Eu ajudei nas investidas de Jarvan IV para se defender do odioso Swain. Eu fui inflamado pela ira de Irelia e seu desejo de proteger o vilarejo. Eu vi heróis no seu novo tempo, vi monstros vindo do vazio... e agora você me diz que não há mais batalhas nesse tempo? O que aconteceu com o mundo?
-Bom, eu acho que uma pergunta de cada vez. Primeiro eu quero saber quem é você, e sua relação com povos antigos. Me conte sua história que eu lhe dou alimento. – disse, olhando a criatura face a face.
Aatrox contou a seguinte história para os jovens.

Há muitos milênios atrás eu me dei conta da minha existência. Me percebi como criatura quando, em meio ao vazio eu era vitima de monstruosidades de meus irmãos, que tentavam usurpar o meu corpo. Logo cedo percebi que a batalha era minha fonte de energia. DestruÍ cada um deles e me tornei forte. Ao destruir meus primeiros irmãos, percebi a existência de outras criaturas no vazio, outros iguais a mim que aprenderam a se defender da sua maneira. Alguns eram capazes de iludir com palavras, outros de descobrir poderes místicos; e alguns, como eu, descobriram a força. Nós, os Darkin, somos a força. Destruímos cada inimigo que encontramos no vazio, e lá descobrimos a existência do seu mundo. Um mundo fascinante, capaz de nos proporcionar grandes prazeres. Alguns de meus irmãos queriam os governar; outros, viver em seu meio; mas eu vi o real motivo de ter encontrado esse mundo. Era o sangue. O sangue de vocês trás a força, contem a alma. Vocês não são simples existências. São criaturas feitas de puro poder, mas poucos sabem a força que tem.

Então, logo no tempo que viemos parar nesse mundo, um de meus irmão governou uma legião e os ensinou magia arcana. Finalmente os homens começaram a perceber a força que se encontrava no seu sangue, mas meu irmão não esperava que os humanos pudessem se opor ao seu poder. Mas mesmo com medo não se curvaram. Aceitaram o desafio, e ao prenuncio da guerra o medo, a descrença dos homens, e mais que tudo a vontade deles, me chamou atenção. Batalhei ao seu lado, derrotei seus inimigos, matei meus irmãos, e venho desde então me alimentando de suas guerras, ajudando os que me procuram, concedendo poder, batalhando e sobrevivendo.

Ao fim da história Ezreal e Lux, estavam espantados com a história, e com a brutalidade da criatura, não sabiam exatamente como agir. Mas antes que tivessem tempo de pensar, Aatrox se levantou de seu trono, meio cambaleante, se aproximou do menino, ergueu a espada próximo de sua face e disse:
-Agora é sua vez de me contar. Aonde foram parar as batalhas? - com lagrimas nos olhos, o menino, agora ajoelhado no chão, só tinha a opção de falar. Se soubesse da história antes jamais contaria ou faria qualquer acordo com essa criatura, pois solta sabe-se lá as monstruosidades que ele causaria.
-No League Of Legends. –respondeu, choroso.
A criatura sorriu. Parecia invadido pela chama da vida e era agora capaz de usar mais sua energia. Ignorou completamente os intrusos, esticou suas assas e abriu caminho para sua saída. Mas antes que pudesse descer do altar, uma prisão de luz o deixou imóvel. A menina que acabara de conjurar o feitiço agarrou Ez pelo braço e como em um choque o menino voltou a si. Com Lux segurando seu braço, Ezreal usou sua magia de Translocação, e os dois se aproximaram da saída desesperados, pois o feitiço não prendia mais Aatrox, que agora os perseguia.
-Não podemos deixa-lo sair, esse cara já fez um grande mal para o nosso mundo, o que vamos fazer, Ez?
-Eu tenho uma ideia, mas por favor, continue correndo, Lux. Não posso deixar que algo aconteça com você.
Ezreal soltou as mão de Lux. A menina pensou por um momento mas suas pernas não conseguiam para de correr. O jovem arqueólogo, um dos maiores de Piltover, resolveu ficar para decidir o seu destino já que foi o culpado pela pesquisa e pela descoberta da criatura. Achava que tinha o dever de impedir que fizesse mais mal a humanidade. Concentrou o máximo do seu poder arcano e quando a criatura se aproximou o bastante, lançou uma barragem incendiaria em sua direção. Aatrox foi atingido em cheio e foi lançado para trás, mas o tiro não foi o suficiente para impedir o seu avanço. Agora, irado, o Darkin esticava a sua espada para um ataque único contra a pequena criatura. Ez tentava, em vão, usar o resto de sua magia arcana para atingir Aatrox, mas não fazia mais que cocegas na criatura. Distraído em acertar o Darkin, o menino caiu ao chão, e pôde ver claramente que o seu fim era iminente.

A espada descia, agora certeira, mas novamente uma prisão de luz envolveu seu corpo e Aatrox não podia se mexer. A maga de luz voltou a conjurar um feitiço e o chão se transformou em luz, e explodiu causando bastante dano em Aatrox. Ao se levantar, ainda atordoado, só conseguiu observar os dois fugindo para a saída, mas ela não podia deixar isso acontecer, afinal, agora era pessoal. Ele precisava de sangue para se alimentar. Se levantou, e em um vôo rápido adentrou a luz da saída por onde os jovens correram. Mas para sua surpresa eles estavam parados o esperando, e antes que pudesse tomar qualquer atitude uma luz vermelha vinda do cetro da maga de luz, atravessou todo o corredor, e explodiu, destruindo toda a caverna.
Ambos respiravam o ar puro, tentando readquirir folego, estavam exaustos. A criatura, ainda fraca, causou muitos problemas. Ezreal se aproximou de Lux, agarrou suas mãos e a trouxa para próximo, e um beijo foi dado. Quando finalmente terminaram de se beijar, a menina perguntou:
-Será que foi o suficiente para pará-lo? - Ez estava completamente sujo. Uma mistura de sangue e terra, mas era assim que Lux achava que estava mais atraente.
-Talvez não, mas pelo menos temos tempo agora para conseguir armar algum plano contra ele. Já sabemos que ele vai procurar o League of Legends.


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fiuk

Member

08-06-2013

Upzinho pra quem gostar de ler, gostaria de ter um feedback da galera afinal qualquer sugestão é bem vinda!


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Ralavah

Junior Member

08-07-2013

preguiça de ler tudo, então nem vo ler.
PS: não li nada


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Neodeathx

Junior Member

08-08-2013

Excelente estória ... Esperando os próximos capítulos ^^^


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Riot Lunck

Analista de Suporte ao Jogador

08-09-2013

Muito bom! *-*


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axelfive

Junior Member

08-14-2013

alguem pode me dizer coma fazer uma FanFic?precissa de algum aplicativo ou da pra escrever pelo site mesmo eu quero muito publicar minha historia que ja ta cheia de emoção pv me ajudem


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represskate

Junior Member

07-31-2014

Citação:
l FT l Laxus:
Upzinho pra quem gostar de ler, gostaria de ter um feedback da galera afinal qualquer sugestão é bem vinda!

Mt bom pra eu q nao gosto mt de ler gostei e so mt fa do ezreal e da lux.Parabéns =)


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zOneClickHS

Junior Member

08-01-2014

Citação:
Neodeathx:
Excelente estória ... Esperando os próximos capítulos ^^^

Serio???? Estória


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Nobru 1ST

Junior Member

08-18-2014

Muito legal, vai continuar?...


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TheDeadlyScythe

Senior Member

08-18-2014

Citação:
zOneClickHS:
Serio???? Estória

Estória está certo. Geralmente, esse termo é para histórias fictícias, enquanto o termo história é usado para fatos.


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